Quando você recebe um trocado no comércio, você costuma analisar os detalhes? Pois bem, se você não costuma atentar para as moedas, precisa repensar. De acordo com especialistas, existem várias peças ainda em circulação que podem valer muito dinheiro no final das contas.
Neste artigo específico vamos falar não sobre uma, mas sobre três moedas de 25 centavos que ainda estão em circulação, e que podem ser encontradas por qualquer pessoa em um trocado no comércio, por exemplo. São elas:
- Moeda de 25 centavos do ano de 2000;
- Moeda de 25 centavos do ano de 2003;
- Moeda de 25 centavos do ano de 2014.
O que estas três peças têm em comum? De acordo com especialistas, todas elas fazem parte da segunda família do Plano Real. Mesmo por isso, elas contam basicamente com as mesmas características.
Características das moedas
Abaixo, você pode conferir o calendário completo de pagamentos da moeda de 25 centavos dos anos de 2000, 2003 e 2014 com base nas informações disponibilizadas pelo Banco Central (BC):
- Material: bronze sobre aço;
- Diâmetro: 25,0 mm;
- Peso: 7,55 g;
- Espessura: 2,25 mm;
- Bordo: serrilhado;
- Eixo: reverso moeda (EH);
- Circulação: de 01/07/1998 a atual;
- Desenho do Anverso: Efígie de Manuel Deodoro da Fonseca (1827-1892), – proclamador da República e primeiro presidente constitucional do Brasil republicano -, ladeada pelas Armas Nacionais e pelo dístico Brasil;
- Desenho do Reverso: À esquerda, linhas diagonais de fundo dão destaque ao dístico correspondente ao valor facial, seguido dos dísticos centavos e o correspondente ao ano de cunhagem.
Manuel Deodoro da Fonseca
Como visto na lista acima, a peça de 25 centavos conta com a representação do busto de Manuel Deodoro da Fonseca. Ele teve uma vasta carreira no mundo militar, mas ficou conhecido mesmo por ter sido o primeiro presidente da história do Brasil.
Neste sentido, cabe destacar que ele teve um papel muito importante no golpe militar que acabou com a monarquia no país, e que impôs a república, forma de governo que é seguida pelo país até hoje. Deodoro da Fonseca morreu no dia 23 de agosto de 1892, na cidade do Rio de Janeiro, então capital do país.



