O Pix continua a ganhar força no Rio de Janeiro, registrando um impressionante crescimento de 107% nas transações de pessoa física para pessoa jurídica (CPF para CNPJ) durante os primeiros oito meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022. Os dados foram revelados em um levantamento conduzido pelo Banco Itaú, que evidencia o impacto dessa modalidade de pagamento no cenário financeiro do estado fluminense.
O Pix, conhecido por sua praticidade e segurança, não se limita apenas a substituir métodos tradicionais, como o DOC, nas transferências entre pessoas físicas. Ele também tem se tornado uma escolha cada vez mais comum para transações comerciais, desempenhando um papel fundamental na relação entre empresas e clientes.
Segundo o levantamento do Itaú, o crescimento exponencial no uso do Pix em compras de bens e serviços é um indicativo claro dessa tendência. Entre janeiro e agosto de 2023, as transações de CPF para CNPJ experimentaram um aumento de 107%, demonstrando a confiança dos consumidores e empresários na eficiência desse sistema de pagamento.
“O Pix vem ocupando um espaço importante na forma como o brasileiro transaciona, e nas relações de consumo, de compra de bens e serviços, tem um papel complementar aos cartões de crédito e débito. Os dados mostram esse comportamento, e corroboram a relevância que esta forma de pagamento tem alcançado na vida das pessoas”, disse Mario Miguel, diretor de Pagamentos do Itaú, conforme publicado pelo portal O Dia.
Uso do PIX de acordo com gerações
O levantamento realizado pelo banco Itaú revela que o padrão de consumo com o Pix no Brasil reflete uma dinâmica geracional. Segundo os dados coletados, a geração Y, composta por indivíduos nascidos entre 1981 e 1996, surge como a categoria mais ativa na utilização do Pix em suas compras, contribuindo com significativos 48% do total de transações.
Logo atrás, é possível encontrar a geração X, que engloba aqueles nascidos entre 1965 e 1980, respondendo por 29% das transações. A geração Z, composta por indivíduos nascidos entre 1997 e 2010, também demonstra sua presença com 13% das transações realizadas através do Pix. Por fim, os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1964, representam uma parcela de 9% das transações, mostrando que também estão adotando esse método de pagamento.



