A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) determinou a obrigatoriedade da adoção de sistema de cotas em todos os cursos de pós-graduação stricto sensu. Desse modo, as seleções para mestrado e doutorado deverão ofertar vagas específicas para pessoas pretas, pardas, indígenas e com deficiência.
Com a decisão, a UERJ atende a reivindicação da Associação dos Pós-Graduandos (APG) por um sistema de cotas. A Associação promoveu ações para chamar atenção para a importância das cotas nos cursos de pós-graduação.
Nesse sentido, em um manifesto on-line que recebeu mais de 600 assinaturas, a APG explica a necessidade do sistema de cotas: “As políticas de ações afirmativas no Brasil são destinadas à reparação das desigualdades educacionais […] As universidades como espaços educacionais por excelência, protagonistas na produção de políticas públicas, devem aliar suas políticas de desenvolvimento científico e tecnológico ao desenvolvimento social e à inclusão”.



