Um dos mais populares programas previdenciários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), o Benefício de Prestação Continuada (BPC) está prestes a passar por uma grande mudança. Essa alteração vem gerando curiosidade, sobretudo, dos atuais usuários do projeto.
O Benefício de Prestação Continuada é um saldo pago todos os meses pelo Instituto Nacional do Seguro Social. Os seus beneficiários são basicamente idosos com mais de 65 anos de idade, além de pessoas que possuem algum grau de deficiência física e/ou intelectual, e que não podem trabalhar por esse motivo.
BPC de R$ 1.509
Como dito, em breve o BPC deverá passar por uma grande mudança. E essa alteração tem relação com os valores dos seus pagamentos. Atualmente, o benefício realiza repasses mensais de R$ 1.412, o que equivale naturalmente ao atual patamar do salário mínimo.
Recentemente, o governo federal enviou ao congresso nacional o seu plano de orçamento para o ano de 2025. Esse é o documento que detalha todas as previsões de gastos e despesas do poder executivo para o próximo ano. Entre outros pontos, há uma indicação de mudança no valor do BPC.
Assim como previsto em lei, o valor dos pagamentos mensais do Benefício de Prestação Continuada deverão seguir em 2025 o mesmo patamar do salário mínimo. Assim, pode-se dizer que o BPC vai passar dos atuais R$ 1.412 para R$ 1.509.
Quem poderá receber
Para o ano de 2025 não há previsão de mudanças nas regras de entrada e de permanência no Benefício de Prestação Continuada. Isso quer dizer que todas as pessoas que estão recebendo o saldo hoje, devem seguir recebendo o benefício em 2025.
A tendência natural é que o patamar de R$ 1.509 comece a ser pago apenas a partir de fevereiro de 2025, quando os repasses referentes ao mês de janeiro serão feitos. De todo modo, é necessário esperar até que o Congresso Nacional aprove esse plano de orçamento.

O que pode mudar no BPC?
Mas afinal de contas, o que pode ser alterado no sistema do BPC? Em entrevista ao jornal Globo, o secretário de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas do Ministério do Planejamento, Sérgio Firpo, falou sobre o assunto.



