O PIX é uma ferramenta de pagamento instantâneo bastante utilizada pelos brasileiros. Todavia, com tamanho sucesso, na utilização da tecnologia, é comum que as pessoas que o utilizam acabam caindo em vários tipos de golpes de criminosos que se aproveitam de suas facilidades para enganar as suas vítimas.
É preciso se precaver para não cair em golpes e fraudes envolvendo o PIX. Como é uma ferramenta bastante popular, pessoas má intencionadas acabam tendo inúmeras oportunidades para as suas ações criminosas. Os usuários utilizam o sistema devido a sua facilidade e agilidade, mas devem ter um certo cuidado.
Como o crescimento exponencial dos golpes envolvendo o PIX, as empresas e instituições financeiras têm buscado meios de se proteger. O Serasa, por exemplo, anunciou recentemente uma nova fraude na praça, que tem feito vítimas em todo o país. Por essa razão, é importante se prevenir, evitando cair em armadilhas.
Analogamente, os cidadãos brasileiros têm tido um grande prejuízo com esses golpes. Os fraudadores têm se aproveitado do serviço de transferência financeira PIX para lesar seus usuários. De acordo com a organização FICO, cerca de 22% de toda a população do país já caiu em um golpe envolvendo o sistema de pagamento.
Vítimas de golpes do PIX
O levantamento da FICO também apontou que 65% dos entrevistados conhecem alguém que já caiu em algum golpe envolvendo o PIX e tiveram um grande prejuízo financeiro. O Serasa, com o objetivo de combater essas ações criminosas, fez uma lista dos crimes virtuais mais populares. Há um golpe que tem assustado bastante.
É o golpe do cadastro do PIX, no qual o usuário recebe uma comunicação de um suposto banco, no qual solicita a ele a inscrição de uma chave do sistema de pagamentos eletrônico em um link. O Serasa também divulgou outros tipos de fraudes como o recibo do PIX falso, PIX errado e PIX agendado.
Entre os golpes listados pela empresa de análise de crédito, o que merece destaque é o golpe do robô do PIX, no qual os criminosos utilizam redes sociais famosas como o Instagram, por exemplo. Os usuários pensam que estão entrando em uma liquidação e que necessitam fazer uma pequena transferência financeira.
Desse modo, os criminosos afirmam que o usuário irá receber muito mais do que ele investiu no primeiro momento. No entanto, a promessa não se cumpre e ele se vê como mais uma vítima de um golpe envolvendo a forma de pagamento instantâneo. O estudo aponta que os bancos devem educar melhor seus clientes.



