Ao analisar as regras de entrada em programa sociais, é possível perceber que muito deles determinam que só podem ser pagos para determinados grupos sociais em situação de extrema-pobreza. Outros indicam que as liberações podem ser feitas para quem está em condição de pobreza. Estes termos estão diretamente ligados aos graus de renda per capita de cada cidadão.
Mas afinal de contas, como é possível saber se você está ou não em situação de extrema-pobreza? Para tanto, basta analisar a situação da renda per capita com uma pequena equação. O cidadão precisa somar toda a renda mensal de todos os membros da família e dividir pela quantidade de integrantes.
Vamos aplicar a regra em um exemplo. Imagine que uma família tem 4 pessoas, onde dois trabalham e recebem um salário mínimo cada. Basta somar a renda total dos dois (R$ 1424) e dividir pela quantidade de indivíduos que residem na casa, que no nosso caso são 4. Teremos 1424 dividido por 4. A renda per capita da família do exemplo é de R$ 356,00.
Obviamente, você precisará checar o seu resultado para verificar em qual grupo social você se encontra. Lembre-se que a renda total deve levar apenas em consideração apenas os salários de empregos formais.
A Tabela da renda per capita:
- Entre R$ 0 e R$ 105
Caso você tenha efetuado a equação e o resultado final terminar entre R$ 0 e R$ 105, isto significa que a sua família está em situação de extrema-pobreza.
- Entre R$ 106 e R$ 210
Neste caso, o indivíduo está em situação de pobreza. Alguns programas sociais do Governo também atendem famílias que estão neste grupo social.
- Acima de R$ 210
Caso a sua renda per capita esteja acima dos R$ 210, você não está nem em situação de extrema-pobreza e nem em condição de pobreza. Isto não significa que a sua família não esteja precisando de ajuda, mas de fato indica que será mais difícil conseguir entrar em um benefício social.



