COMUNICADO URGENTE de Lula hoje (22): NOVA FASE do Minha Casa Minha Vida contemplará pessoas com documentos terminados em 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0
No último dia 10, o governo anunciou a nova seleção do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, que contemplará vários estados. O processo foi formalizado através de portarias ministeriais, na cerimônia que se realizou no Palácio do Planalto.
Nesta fase, haverá a contemplação de 112 mil residências novas, beneficiando cerca de 440 mil brasileiros. O Minha Casa Minha Vida, portanto, pode ser considerado um dos maiores programas de habitações populares no país, contando com aproximadamente 7,7 milhões de casas desde a criação.
Quais estados serão contemplados nessa nova fase do Minha Casa Minha Vida?
A Secretaria de Comunicação Social emitiu uma nota sobre os estados que serão atendidos na nova fase, sendo:
Acre;
Amazonas;
Alagoas;
Amapá;
Ceará;
Bahia;
Distrito Federal;
Goiás;
Espírito Santo;
Maranhão;
Mato Grosso do Sul;
Minas Gerais;
Mato Grosso;
Paraíba;
Pará;
Pernambuco;
Paraná;
Piauí;
Rio de Janeiro;
Roraima;
Rio Grande do Norte;
Rio Grande do Sul;
Sergipe;
Santa Catarina;
São Paulo;
Tocantins.
Nesta fase, haverá a contemplação de 112 mil residências novas, beneficiando cerca de 440 mil brasileiros – Imagem: Cohapar
Como funcionará a nova seleção?
A seleção nova do Minha Casa Minha Vida contará com o aporte financeiro no valor de R$ 11,6 bilhões para o atendimento de várias famílias brasileiras que estão na situação de vulnerabilidade econômica e social. Então, serão atendidos os brasileiros que residem nas zonas rurais e urbanas.
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Na nova etapa, há a previsão de que o programa social atenda àqueles que têm renda mensal de, no máximo, R$ 4,4 mil nas áreas urbanas. No entanto, a versão rural focará de forma exclusiva na Faixa 1 na nova etapa.
Portanto, a prioridade será das famílias com uma renda anual de, no máximo, R$ 31.680 nas áreas rurais. O governo divulgou alguns dados do investimento nas modalidades, seguindo uma ordem:
Minha Casa Minha Vida Rural na nova seleção
75 mil residências;
274 cidades atendidas;
300 mil cidadãos beneficiados;
Investimento no valor de R$ 5,6 bilhões na nova fase;
2,9 mil residências entregues desde o ano de 2023;
1,4 mil residências autorizadas a retomar as obras com o aporte suplementar dos recursos.
Minha Casa Minha Vida Entidades na nova seleção
37 mil residências selecionadas;
269 cidades atendidas;
148 mil cidadãos beneficiados;
Investimento no valor de R$ 6 bilhões na nova fase;
22 estados atendidos.
Quem participará do programa?
O Minha Casa Minha Vida atenderá os brasileiros conforme a faixa de renda no qual estão inseridos, com base na renda familiar por mês ou por ano. Na área urbana, cidadãos com a renda mensal bruta de, no máximo, R$ 8 mil, serão atendidos.
Já na área rural, as famílias que têm renda bruta anual de, no máximo, R$ 96 mil serão atendidas. Portanto, os cidadãos elegíveis que atenderem a todos os requisitos da renda e que não possuam imóveis registrados em seus nomes, têm condições de participar.
No momento, as faixas se dividem da seguinte maneira:
1 de área urbana – A renda familiar mensal bruta de, no máximo, R$ 2.640;
2 de área urbana – A renda familiar mensal bruta de, no máximo, R$ 4.400;
3 de área urbana – A renda familiar mensal bruta de, no máximo, R$ 8.000;
1 de área rural – A renda familiar anual bruta de, no máximo, R$ 31.680;
2 de área rural – A renda familiar anual bruta de, no máximo, R$ 52.800;
3 de área rural – A renda familiar anual bruta de, no máximo, R$ 96.000.
Então, para participar do Minha Casa Minha Vida, os cidadãos precisam procurar uma das entidades organizadoras do programa na sua localidade. Assim, é possível realizar toda a inscrição dentro do Cadastro Habitacional.
Em seguida, a Caixa Econômica validará todas as informações prestadas. Portanto, quem está elegível, deve providenciar o cadastro o quanto antes.
Renata Schmidt é formada em História e Gestão Pública, mas desde a maternidade, com a necessidade de se reinventar, enveredou por outras áreas, se apaixonando por Publicidade e Jornalismo. Atualmente trabalha como redatora, escrevendo sobre temas diversos entre economia e finanças.