O Ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), juntamente com o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) e com Rui Costa (PT), Ministro da Casa Civil, se reuniram para discutirem sobre o consignado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Os executivos decidiram um aumento na taxa de juros. No entanto, o que sabe até o momento é que a alíquota será superior aos atuais 1,70% e abaixo de 2,14%, como era antes.
Lembrando que recentemente o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), reduziu o teto de juros da modalidade, o que causou uma grande repercussão negativa entre os bancos.
Juros inviável
Neste contexto, é importante lembrar que diversos bancos decidiram suspender o empréstimo consignado destinado aos aposentados e pensionistas do INSS. Entre eles estão os privados: Itaú, Bradesco, Santander, Mercantil do Brasil e C6 Bank. E os públicos: Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
A razão foi justamente a redução da taxa de juros implementada pelo CNPS. As instituições financeiras alegaram que com esses termos as operações tornam-se inviáveis. Dessa forma, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), determinou que o problema fosse resolvido com urgência, uma vez que os maiores prejudicados seriam os beneficiários do INSS.
De todo modo, o novo teto de juros do consignado da autarquia ainda não foi divulgado. Segundo informações, o novo valor deve ser acertado na próxima terça-feira (28), em reunião do CNPS.
Justificativas dos bancos
A Caixa afirmou que “suspendeu a oferta do crédito consignado para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para avaliação”.
Já o Banco do Brasil informou que: “tão logo haja novidades sobre a retomada das contratações no âmbito do convênio [com o INSS], informaremos”.



