O cenário de pandemia que ocasionou a suspensão das aulas presenciais e o consequente fechamento de instituições de ensino ao redor do mundo impulsionou o debate da necessidade da tecnologia para a educação.
A discussão quanto ao papel da tecnologia no ensino e da necessidade de inovação não é tão recente. Contudo, o ensino remoto com apoio de ferramentas tecnológicas de comunicação se tornou uma das poucas alternativas de continuidade das atividades durante a pandemia.
A volta às aulas se faz urgente, mesmo durante o período da crise sanitária. Por esse motivo, muitos especialistas têm debatido as melhores alternativas para viabilizar a retomada das atividades em escolas e universidades.
Foi aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) um parecer indicando que dificilmente o retorno gradual das aulas presenciais conseguirá dar conta de toda a demanda escolar. Desse modo, o documento reforça a necessidade da continuidade do ensino remoto até 2021.
Ensino híbrido e tecnologia na educação
Pela necessidade de continuidade das atividades de ensino neste contexto, o ensino híbrido tem sido apontado por especialistas como uma das melhores alternativas.
O ensino híbrido consiste, grosso modo, na união dos elementos presentes em sala de aula em uma estrutura física com os de uma sala online, no ensino virtual. Desse modo, a ideia é justamente combinar o ensino online com o ensino presencial.
Assim, a necessidade de transformação digital na educação por meio da inserção de novas práticas no ambiente escolar através de ferramentas tecnológicas se faz ainda mais urgente no atual cenário de pandemia.
É nesse sentido que Matheus Borré, coordenador pedagógico Trilhas Pedagógicas EAD, da Plataforma de Ensino Eleva, afirma que o ensino híbrido é uma das estratégias mais interessantes para o ensino “pós-pandemia”.



