O Concelho Nacional da Educação (CNE) apresenta documento que pode estender ensino a distância até o ano de 2021.
O Conselho considera que o retorno não será suficiente para dar conta das demandas, ainda que haja retorno remoto neste ano. Desse modo, CNE apresentou texto com aprovação unânime que prescreve recomendações para o retorno das aulas.
O texto organizado com colaboração do Ministério da Educação (MEC) conta com diversas recomendações para o retorno das atividades relacionadas à área da Educação. Dessa forma, o texto apresenta 14 pontos com recomendações gerais para o planejamento de retorno às aulas presenciais.
Recomendações
- 1.Observação dos protocolos sanitários nacional e locais;
- 2.Coordenação e cooperação de ações entre os níveis de governo;
- 3.Estabelecimento de Redes Colaborativas entre níveis educacionais e entidades publicas e particulares;
- 4.Coordenação territorial;
- 5.Estabelecimento do calendário de retorno;
- 6.Planejamento do calendário de retorno;
- 7.Comunicação, com ampla divulgação dos calendários, protocolos e esquemas de reabertura;
- 8.Formação e capacitação de professores e funcionários;
- 9.Acolhimento, com atenção especial a todos os alunos considerando as questões socioemocionais que podem ter afetado muitos estudantes, famílias e profissionais da escola durante o isolamento;
- 10.Planejamento das atividades de recuperação dos alunos;
- 11.Flexibilização acadêmica, considerando a possibilidade de planejar um continuum curricular 2020-2021;
- 12.Coordenação do Calendário 2020-2021;
- 13.Flexibilização regulatória, com a revisão dos critérios adotados nos processos de avaliação com o objetivo de evitar o aumento da reprovação e do abandono escolar;
- 14.Flexibilização da frequência escolar presencial.
Mesmo após sugestões, o CNE considera que o retorno remoto em 2020 não será suficiente para suprir as necessidades causadas pela suspensão das aulas em decorrência da pandemia, assim, haverá a flexibilização da frequência presencial até 2021.



