Segundo o Ministério da Educação, no Brasil, mais de 1,25 milhão de alunos público-alvo da educação especial (com deficiência, autismo e altas habilidades) estão matriculados na educação básica, a maioria deles (87,1%) em classes comuns. Um estudo, que conta com a participação da Faculdade de Educação (FE) da USP, pretende identificar quais estratégias têm sido adotadas para garantir o direito à educação na perspectiva inclusiva e no contexto da pandemia da covid-19.
Professoras e professores de todo o País que atuam na educação básica podem participar respondendo a um questionário on-line até o dia 27 de julho. As perguntas também estão traduzidas para a Libras (Língua Brasileira de Sinais) e acessível para pessoas com deficiência visual.
A iniciativa é coordenada pela Universidade Federal do ABC ((UFABC) em parceria com a Faculdade de Educação (FE) da USP, Fundação Carlos Chagas (FCC) e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
Participam do estudo as pesquisadoras: Kate Kumada, do Centro de Ciências Naturais e Humanas da UFABC; Adriana Pagaime e Amélia Artes, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC; Rosângela Gavioli Prieto e Silvana Lucena dos Santos Drago, da USP; e o pesquisador Douglas Christian Ferrari Melo, da UFES



