O formato atualizado do Bolsa Família foi lançado em março e apresentou modificações no valor dos benefícios. Agora, crianças de até 6 anos recebem um adicional de R$ 150, gestantes e indivíduos de 7 a 18 anos incompletos recebem um extra de R$ 50 a partir de junho. Além disso, houve uma alteração na linha de pobreza. Antes, no Auxílio Brasil, o valor máximo mensal por pessoa era de R$ 210 para ter direito ao benefício. Agora, passou a ser R$ 218 por pessoa.
No entanto, outra mudança importante será implementada a partir de junho. A regra de emancipação do Auxílio Brasil ainda está em vigor, mas será substituída pela regra de proteção do novo Bolsa Família em junho. Na primeira regra, os participantes do programa que têm renda acima da linha de pobreza (R$ 210) continuam recebendo o benefício por mais 2 anos, desde que a renda familiar mensal por pessoa não seja superior a duas vezes e meia a quantia da linha de pobreza, ou seja, R$ 525,00.
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Alteração no Bolsa Família a partir de junho
No próximo mês, a regra de proteção substituirá o que está em vigor. Nela, se a família exceder a linha de pobreza, poderá permanecer no programa por mais dois anos. Mas isso desde que o aumento não ultrapasse meio salário mínimo por pessoa mensalmente.
No entanto, na nova regra, se a família permanecer no programa por até 24 meses, contados a partir da atualização cadastral da nova renda familiar, receberá apenas 50% do valor do benefício. Ou seja, não receberá o valor completo. Se antes era de R$ 600 por mês, na Regra de Proteção a família receberá R$ 300 mensais.
Bolsa família e salário-mínimo serão blindados no marco fiscal?
Após acordo com líderes partidários na última segunda-feira (15), o relator do novo marco fiscal na Câmara dos Deputados, Cláudio Cajado (PP-BA), apresentou seu relatório. Este tinha exceções para o salário-mínimo e o Bolsa Família.



