
Na hora de planejar um bebê, a maioria dos casais se preocupa em realizar exames de fertilidade, check-ups para avaliar a saúde da mãe, além de alterar alguns hábitos, priorizando uma alimentação mais equilibrada e evitando o consumo de álcool e tabagismo.
Tudo isso é muito válido e pode evitar inúmeros transtornos na gravidez, entretanto, há um fator que acaba sendo preterido durante esta etapa, a análise da compatibilidade do tipo sanguíneo do casal.
A incompatibilidade sanguínea pode gerar inúmeros riscos na gravidez. Muitos casais acabam sofrendo frequentes abortos espontâneos sem descobrir a possível causa, que muitas vezes pode estar ligada a esta incompatibilidade sanguínea.
Vale destacar, que os tipos mais comuns de incompatibilidade sanguínea são do sistema RH e ABO.
Tipos de incompatibilidade sanguínea
Conhecer o tipo sanguíneo pode evitar diversos transtornos na gravidez, inclusive, garantir o tratamento adequado para seguir com uma gestação saudável, priorizando sempre a saúde da mãe e do feto.
Diante disto, as mães que possuem o tipo sanguíneo AB, A, B ou O negativo precisam ter ainda mais cuidado durante a gravidez, principalmente, se o parceiro tiver RH positivo.
Sistema RH
Caso a mãe possua sangue AB, A, B ou O negativo e o pai RH positivo, pode haver a possibilidade de transmitir a característica ao feto do tipo sanguíneo paterno. Essa condição faz com que o organismo da mãe crie uma rejeição ao feto, por meio da produção de anticorpos para combatê-lo.
Essa situação provoca inúmeras consequências, incluindo desde doenças até a morte do feto.
A incompatibilidade do sistema RH é considerada a mais grave, já que traz a possiblidade da eritroblastose fetal, também conhecida como doença hemolítica.
Esta condição pode levar desde uma anemia profunda ao feto, icterícia, surdez, paralisia no cérebro e em casos mais graves a morte do bebê.




