As notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem ser usadas em diversos programas e seleções de acesso a cursos do ensino superior. Por isso, os estudantes buscam obter bons resultados no exame e anseiam por pontuações altas nas provas.
O Enem conta com um método diferenciado de atribuição de notas, que busca identificar quando o participante conhece de fato o assunto da questão ou se acertou “no chute”. Conhecido como um método antichute, o sistema de correção chamado teoria de resposta ao item (TRI) é usado todos os anos pelo Inep para a atribuição das notas dos candidatos nas provas objetivas.
O Enem conta com apenas uma prova discursiva, que é a de redação. As outras quatro provas são objetivas: linguagens, ciências humanas, matemática e ciências da natureza.
Como funciona o TRI?
O método TRI consiste em um sistema que identifica a probabilidade de chute e a nota do candidato pode ser maior ou menor a depender dessa análise. Por isso, os candidatos podem acertar o mesmo número de questões e, ainda assim, receber notas finais diferentes.
Isso é possível porque todas as questões do Enem são classificadas em níveis. Portanto, uma questão pode ser fácil, médio, ou difícil. A atribuição do nível é feita com base em dados estatísticos de erros e aceitos a cada edição do exame.



