Uma parcela nova do Bolsa Família de abril será paga em breve. Contudo, alguns beneficiários estão em dúvida sobre alterações no cronograma de repasses. A saber, o crédito será pago de acordo com o calendário oficial anunciado no começo do ano.
Assim sendo, os grupos contemplados primeiramente, terão direito à realização do saque já no dia 17 de abril. Então, as regras do escalonamento são as mesmas dos meses anteriores. Portanto, os beneficiários receberão a rodada baseando-se no último dígito do NIS (Número de Identificação), que se organiza por ordem crescente de 1 a 0.
21,1 milhões de núcleos familiares serão atendidos pelo Bolsa Família
O quantitativo de núcleos familiares corresponde a uma base de 57 milhões de indivíduos. Mas, como saber acerca da inclusão no grupo de beneficiários? Para consultar o benefício, está disponibilizado o download de graça do app Bolsa Família, baixado para os sistemas Android e iOS.
Essa plataforma oferta uma gama de funções, como visualização de saldo e outros detalhes acerca do calendário de pagamento. Também se pode verificar benefícios complementares aprovados com a análise do Governo Federal.
Impactos deste programa
Os efeitos do programa ocorrem além de uma redução na desigualdade social dada a criação de métodos para a retirada do Brasil do Mapa da Fome. A saber, um estudo novo que a Revista Nature publicou, afirma que o Bolsa Família tem impactos também na saúde.
Quem reuniu os dados foi o ISC (Instituto de Saúde Coletiva), da UFBA (Universidade Federal da Bahia) e do pelo Cidacs/Fiocruz Bahia (Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde) a partir das análises feitas com 2,7 milhões de brasileiros.
Para a pesquisa, cientistas utilizaram o recorte de inscritos com a idade contando dos 13 anos acima ao longo de nove anos, ou seja, de 2007 até 2015. Os dados colhidos reforçaram o impacto na incidência, redução, letalidade do HIV e mortalidade.
Após a análise, os cientistas perceberam que mais indivíduos com HIV não beneficiários do Bolsa Família, tiveram o desenvolvimento da AIDS, se comparados com os beneficiários.
Nesse sentido, Fabrício Leite, economista, explica que o programa não pode somente ser encarado como mera “transferência de renda”. Isso quer dizer que os efeitos são sentidos também na saúde e na alimentação.




