Na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou o projeto de lei que prevê a liberação de um montante de mais de R$ 7 bilhões. A proposta é usar o saldo para os pagamentos do piso nacional da enfermagem. A notícia foi comemorada por vários trabalhadores da área, contudo, acontece que o dinheiro ainda não caiu na conta.
Mas afinal de contas, o que falta para o piso nacional da enfermagem sair efetivamente do papel? Abaixo, separamos os cinco passos básicos para que o documento ganhe finalmente força de lei e o dinheiro comece a chegar nas contas de milhões de enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiros de todo o Brasil.
Os cinco passos para a liberação do piso
1. Análise na CMO
O primeiro passo é a análise do texto do projeto de lei do piso nacional da enfermagem na Comissão Mista de Orçamento. Tal verificação será feita por senadores e deputados federais e está marcada para ocorrer ainda nesta terça-feira (25). A relatora do texto é a senadora Eliziane Gama (PSD-MA). Embora ainda não seja possível saber qual será a sua postura, ela vem tomando decisões favoráveis aos profissionais da área.
2. Votação no Congresso Nacional
Considerando que o texto passe pela CMO nesta terça-feira (25), o próximo passo é a votação no Congresso Nacional. Ao contrário do que ocorre com a maioria dos projetos, não será necessário votar o documento nas duas casas separadamente. Será preciso apenas uma votação em uma reunião que vai contar com deputados e senadores. Se tudo caminhar como planejado, tal reunião ocorrerá já nesta quarta-feira (26).
3. Sanção presidencial
O terceiro passo para a liberação do documento é a sanção presidencial. O texto aprovado será enviado ao presidente Lula para que ele analise todos os pontos. Como o projeto partiu do Palácio do Planalto, é provável que o texto seja sancionado sem maiores problemas. Logo depois da assinatura, a lei é publicada no Diário Oficial da União (DOU).
4. Publicação da portaria



