A decisão de impor taxas sobre as aquisições de produtos estrangeiros por parte das empresas deixou o país surpreso. Muitos cidadãos brasileiros que recebiam os maiores salários se viram afetados por essa medida, gerando polêmica. Os consumidores fiéis começaram a evitar fazer novas compras na Shein, a fim de não serem impactados pelas taxas. Isso deixou algumas pessoas bastante descontentes.
Desde então, foram implementadas ações para aliviar a situação e permitir que as pessoas retomassem suas compras na Shein. Agora, os clientes brasileiros podem fazer suas compras sem as taxas de impostos anteriormente aplicadas.
Programa Remessa Conforme
Pois bem, agora as empresas mais queridas do Brasil terão suas taxas zeradas a partir deste programa nas compras destinadas a pessoas físicas nacionais. A Shein começará a cobrir os impostos do ICMS em compras de até US$ 50 ou cerca de R$ 250. Valores que ultrapassarem esse limite continuarão a ser taxados normalmente, uma vez que o programa abrange apenas até esse valor. Diversas outras empresas também farão parte do Remessa Conforme e garantirão a continuidade de suas vendas nacionais.
Para aderir ao programa, as empresas precisam se cadastrar, obter a certificação do governo e realizar as devidas adaptações em seus sistemas de plataformas. Se você, cliente, realiza suas compras por meio do aplicativo, será necessário atualizá-lo em seu celular.
Além desse novo programa, surgiu a notícia de que filiais da Shein estariam chegando ao Brasil. Essa notícia veio logo no início das taxações.
Posicionamento da Shein e outras empresas sobre o programa
A fim de esclarecer sua posição, a empresa emitiu a seguinte declaração: “Para atender a todos os requisitos técnicos da certificação, a Shein fez ajustes em sua plataforma, tanto no aplicativo quanto no site. Para os consumidores que fazem compras pelo site, as mudanças ocorrem automaticamente. Para aqueles que preferem usar o aplicativo, recomendamos a atualização para uma melhor experiência de compra”.
Outras empresas, como Shopee, AliexPress e Mercado Livre, também mostraram disposição em aderir ao programa, considerando-o uma excelente iniciativa governamental para suas operações. No entanto, o Mercado Livre está avaliando se a isenção não prejudicará alguns vendedores brasileiros, bem como a indústria de varejo nacional. Quanto à Amazon, ela ainda não se manifestou sobre o assunto. Esperamos que ela analise cuidadosamente a questão, não é mesmo?




