Ser um profissional autônomo no Brasil tem suas vantagens e desvantagens. Para algumas pessoas é uma escolha, para outras, uma necessidade. A princípio, são várias as questões que envolvem a atuação profissional, podendo ser a perda do emprego, ou a necessidade de se atuar por conta própria.
Estima-se que no país haja 25 milhões de pessoas trabalhando de forma autônoma. O rendimento mensal médio destes profissionais é de R$2 mil. Ademais, o número de trabalhadores vem aumentando consideravelmente nos últimos anos, visto que é uma alternativa para pessoas que perderam o emprego por conta da crise econômica.
Outras pessoas procuram o trabalho autônomo como uma forma de ter mais liberdade, tendo seu próprio negócio. O profissional não tem vínculo empregatício, trabalha por conta própria e assume todos os riscos relacionados ao seu serviço. Todavia, ele é uma pessoa física que presta uma determinada atividade.
O trabalhador autônomo pode ser não regulamentado, como um vendedor, cozinheiro, diarista, prestador de serviços gerais, entre outros. Aliás, ele pode também ser regulamentado, garantindo seus direitos e deveres, atuando como profissional liberal, advogado, engenheiro, psicólogo, médico, etc.
Características de um profissional autônomo
A característica principal de um trabalhador autônomo é o fato de que ele presta um serviço sem ter um vínculo empregatício com nenhuma empresa ou pessoa física. Ele pode trabalhar para diversas organizações, mas não estabelece um contrato fixo. Analogamente, o trabalhador tem a liberdade de aceitar ou não determinados serviços.
Uma outra vantagem deste tipo de trabalho é que o profissional pode fazer seus horários, criar sua agenda de acordo com as suas necessidades. Ele pode organizar seu horário de trabalho com bem entender. Entretanto, ele é o responsável por seu serviço, respondendo na justiça pelo seu erro, caso haja algum problema.
Quem atua na informalidade sem se tornar um profissional autônomo registrado não tem direito a uma série de benefícios, além de ter problemas com a fiscalização e com a Receita Federal. Além disso, eles encontram dificuldades em se estabelecer como um trabalhador no mercado. Eles não têm CNPJ e não podem emitir nota fiscal.
O profissional autônomo não tem vínculo empregatício, pode ser pessoa física ou jurídica, pode prestar serviço para pessoas físicas ou jurídicas, responde legalmente por seu próprio trabalho, não precisa ter uma formação técnica específica e precisa pagar certos tributos, garantindo assim, seus deveres e direitos.



