Conforme publicado pelo Notícias Concursos, o novo ministro da Educação foi nomeado por Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira, 10. O escolhido para o MEC é Milton Ribeiro, pastor da igreja Presbiteriana, advogado e professor.
O novo nome à frente da pasta, que estava sem representação desde o dia 18 de junho, enfrentará uma série de desafios e já começa sua atuação com inúmeras cobranças.
Há obstáculos principais que merecem ser destacados, como a aprovação do Fundeb, a realização do próximo ENEM, o apoio ao sistema de ensino nacional e a implantação da Base Nacional Comum Curricular.
ENEM adiado para 2021 merece atenção
O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) teve suas datas oficiais divulgadas na última semana. Agora será realizado em janeiro e fevereiro de 2021 por conta da pandemia do novo coronavírus.
Milton Ribeiro estará diante das críticas a respeito das novas datas, pois são desencontradas das escolhidas pelos estudantes em enquete realizada pelo MEC.
Além disso, precisará liderar a realização da prova, tida como a mais importante do País atualmente, tanto em sua versão presencial quanto na edição digital, que ocorrerá pela primeira vez em decorrência também da necessidade de menores aglomerações.
Ao todo 5,8 milhões de candidatos estão confirmados para fazer o ENEM. 96 mil deles optaram pela versão digital.
Redes de ensino na pandemia
O ano letivo em meio à pandemia de Covid-19 também é outro grande entrave que deve ser enfrentado pelo novo ministro da Educação.
As aulas foram interrompidas no Brasil inteiro para evitar a disseminação do novo coronavírus e agora começa a ser discutida uma possível volta gradual, dependendo de cada Estado. Em São Paulo, por exemplo, o retorno está marcado para dia 8 de setembro.



